Tal Golesworthy é engenheiro. Ele foi diagnosticado com uma síndrome que, segundo seus médicos, pedia uma cirurgia preventiva invasiva e arriscada. E pior, tomar drogas anticoagulantes o resto da vida colocando-o em alto risco de hemorragias.

Não satisfeito, ele imprimiu seu coração em 3D e criou sua própria solução. Foi operado e vive bem até hoje. Sua solução já foi usada em mais de 70 pacientes pelo mundo. Nem todos os casos são de suceso, sua técnica ainda é estuda para entender as vantagens, desvantagens e quais as situações onde é indicada.

Mas o que é incrível nesta história é que demonstra que qualquer pessoa pode criar qualquer produto.

Também demonstra que a indústria não tem foco em resolver problemas que afetam poucas pessoas. O foco da última Revolução Industrial é na escala.

Problemas raros como o de Golesworthy precisam buscar alternativas. Quem sabe no futuro teremos hackathons ou empresas menores buscando soluções para problemas específicos?

Ricardo Cavallini

Fundador do Makers Brasil.

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