Internet Of Things Signed By The Author

No nosso curso de férias, as crianças montaram vários circuitos. E achamos que era hora delas experimentarem IoT, por isso elas levaram um circuito com sensores para casa.

Muita gente ainda não ouviu falar em Internet das Coisas (IoT).

É um nome bonitinho para descrever um cenário onde não apenas as pessoas estão conectadas (via celulares e redes sociais), mas os próprios objetos a nossa volta.

Hoje somos cerca de 3.2 bilhões de humanos conectados a internet. Estima-se que já existam 2 bilhões de aparelhos conectados.

Projeções de empresas como Gartner e McKinsey projetam que em 2025 teremos cerca de 25 bilhões de objetos conectados e um impacto econômico de dezenas de bilhões de dólares.

Isso significa que IoT será muito maior mais importante que os relógios, pulseiras e outros gadgets inteligentes que chamaram nossa atenção nos últimos anos.

Parece distante, mas faltam apenas 10 anos. Quando este tempo chegar, nossos alunos estarão apenas entrando no mercado de trabalho. Achamos que seria legal estimular esse tema no curso de férias.

Se os objetos a nossa volta podem estar conectados e ter todo tipo de sensor, como eles poderiam nos ajudar a tornar nossa vida mais interessante, mais inteligente, mais confortável, mais divertida?

A plaquinha que eles levaram para casa é um microcontrolador, ela está ligada a um sensor de temperatura e umidade e envia estas informações para a nuvem através da sua rede sem fio.

Apenas pensando em circuitos simples assim já seria legal discutir e imaginar o que mais poderia ser feito. É o que sugerimos para os pais e o que faremos amanhã em aula.

Se o mesmo sistema tivesse um LED infravermelho, ele poderia desligar o aparelho de ar condicionado quando o quarto estivesse muito seco.

O que mais? Um sensor de abertura de portas, de movimento ou de gás para alertas de segurança?

E que tal um sensor de infravermelho para capturar o uso do controle remoto. Se cada pessoa da família tivesse seu próprio controle remoto, poderíamos criar um “Ibope” comunitário?

E como fica a nossa privacidade nessa bagunça? São muitas questões interessantes para se discutir.

Que tal um pequeno sensor vestível, para alertar familiares caso um idoso que more sozinho tomasse algum um tombo?

Dá para criar desde brinquedos divertidos até coisas super sérias. Agora imagine fora de casa. Algo para o seu trabalho, para a agricultura, medicina ou qualquer outro campo ou segmento. Qualquer coisa para mudar o mundo a nossa volta.

Não é apenas um assunto divertido para estimular a criatividade. Se surgir alguma ideia legal, seria um ótimo projeto para pais e filhos montarem juntos.

E claro, se os pais precisarem de ajuda na parte técnica, conhecemos um curso super legal para indicar 😛

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